TESTEMUNHOS

Venha descobrir

O Que Dizem Os Nossos Leitores

“O ‘Pé Descalço’ é um livro de uma alegria contagiante. É um livro que faz transparecer bons sentimentos e que nunca causa grandes desconfortos. Lê-se com muito prazer, vontade e facilidade.”

Luís Palha da Silva
Vice-Presidente da GALP (à data)

“O livro ‘Pé Descalço’ é uma excelente lição de vida, através duma aventura peregrina e solidária que Ricardo Frade faz, despojado de bens dos tempos modernos. Com uma narrativa simples, agarra o leitor e fá-lo passear na sua aventura, por terras da nossa Europa, numa demonstração de vontade e simplicidade.”

José Moreira da Silva
Ex-adjunto na Pres.ª do Concelho de Ministros

“O livro ‘Pé Descalço’, contando uma história verídica, manifesta, a título de exemplo para muitos, uma versão positiva de quem se apaixona pelas soluções sem ter medo dos problemas. [...] Com o essencial vale a pena viver a vida. Leiam a aventura e tirem conclusões.”

† D. Jorge Ortiga
Arcebispo Primaz

“‘De pé descalço mas de coração cheio’, é a minha avaliação deste livro que me divertiu e li de uma enxurrada, tal a vivacidade da descrição e o poder de atração. Contando uma aventura complicada, o Ricardo não a complica (é uma virtude), partilha a riqueza da sua experiência pouco ortodoxa mas muito viva. A ‘Arte de Amar’ o outro é uma grande arte, e dela se tornou conhecedor ao provar a privação e o valor das mais pequenas coisas quando delas em algum momento nos vemos privados. De ‘Pé Descalço’ é que não ficamos, nós que o lemos!”

António Quinteiro Nobre
Embaixador de Portugal na República da Coreia

“Um grande livro que nos desafia a fazer algo verdadeiramente incrível!!! Eu sou fã de grandes histórias e todos nós temos, certamente, uma história para contar. O Ricardo mostra-nos que podemos viver – e partilhar – a nossa grande história !!!
E ensina-nos que a nossa história não precisa de custar muito dinheiro, como as coisas simples da vida, que são as mais importantes.”

Tim Vieira
Empreendedor e Investidor no “Shark Tank”

O livro está cheio de peripécias em que o Ricardo tem de encontrar uma solução rápida para o seu problema, e todo o processo mental, descrito na primeira pessoa, é bastante inspirador.
Eu, desde a nossa conversa, comecei a olhar para a minha vida de forma diferente: espero que mais pessoas aproveitem (...) para um pouco de reflexão.

Rui Branco
Criador do Podcast “Falar Criativo”

Uma aventura feita de um rosário de peripécias (…). Pelo raro e pelo ilustrativo. (…) É facílimo de percorrer. Curto, claro, com ritmo. É divertido, variado, curioso. (…) Fez-me querer (…) ensaiar uma viagem assim. (…) Esse desejo, que não tem preço, justifica que o leitor perca – ou ganhe – umas duas horas a ler o Pé Descalço.

Marcelo Rebelo de Sousa
Atual Presidente da República Portuguesa

“Comprei o ‘Pé Descalço’ na Feira do Livro de Lisboa, em Junho, quando fui interpelada por ti e por alguém da editora para que ouvisse a tua história. Apesar da minha resistência decidi dar-te essa oportunidade e acabei por comprar o livro, mais para ser simpática e por ajudar uma associação do que por outra coisa qualquer. E assim o livro ficou encostado na prateleira vários meses, o ‘livro da caridade’ como desdenhosamente o apelidei. Recentemente, e estando a passar uma fase mais complicada da minha vida, apetecia-me ler algo leve e descomplicado, que não me obrigasse muito a pensar. “Que se lixe, vou ler o livro da ‘caridade’, pelo menos deve ter boas dicas de viagem!”.
Bom, escusado será dizer que engoli toda a minha arrogância e prepotência mal comecei a lê- lo! Rapidamente o terminei e aquilo que achava ser um livro enfadonho acabou por se revelar como uma inspiração e lição de vida. Ainda hoje, em pequenas situações diárias, dou comigo a utilizar as tuas estratégias ou expressões (‘NEXT!’), que me incitam a continuar em frente sem desistir, relembram o que é realmente importante na vida e mostram que por muito pouco que tenhamos podemos sempre dar e ajudar os outros. A tua humildade, generosidade e espírito positivo são neste momento uma inspiração para mim e por isso agradeço-te por me teres feito parar naquele dia para te ouvir. Obrigada, e que o teu gesto possa inspirar muitos mais para que em conjunto possamos criar um mundo melhor.”

Cátia Araújo

“Li o livro num ápice e gostei tanto que sei que o vou reler, mais dia menos dia, para saborear melhor a aventura. [...] Obrigada por me recordar algumas coisas que já sabia mas que é bom não esquecer e por me despertar para outras novas... Em resumo, ajudou-me ... a focar-me na solução, se tiver um problema, a assumir a responsabilidade da minha vida, a simplificar, a pedir ajuda se necessário e a AGRADECER a magia que é VIVER!”

Dinamene Ribeiro de Sousa

“De certa forma [a leitura do livro] veio confirmar aquilo que eu já tinha visto em algumas viagens que fiz com pouco dinheiro ou quase nenhum em que sem um hotel marcado talvez se apanhe um bocadinho mais de frio do que era suposto, talvez nos alimentemos menos bem do que era preciso, mas não deixam de ser viagens enriquecedoras pelo que se aprende, porque se conhecem pessoas que não se conheceriam fazendo a viagem de outra forma e, muitas vezes, até se conhecem melhores pessoas fazendo viagens dessa forma do que de outra. É bom ver que [o autor do livro] mesmo com pouco ou nada não deixou de ajudar mesmo quem precisava mais do que ele, porque há uma situação que me lembro em que ele tinha recebido uma sandes ou um croissant e viu alguém que precisava na rua e deu-lhe. [...] Ajudou-me a enriquecer a forma como pensava ou via certas coisas nas viagens, principalmente. [...] Às vezes ficamos um bocadinho enredados no pensamento do que está a correr mal, em vez de pensarmos na solução e, nesse sentido, talvez me tenha ajudado a pensar um bocadinho nas soluções ou ver o problema noutra perspetiva, numa perspetiva mais positiva, porque os problemas servem também para aprendermos”.

Tânia Sofia

“Eu li o livro neste Verão e, na altura que li, estava a passar uma fase mesmo muito complicada e, por isso, ajudou-me muito a olhar para o objetivo final e pensar que conseguia chegar lá, pensando no objetivo e não na forma de lá chegar. E as coisas lá acabaram por se resolver e melhoraram bastante até. [...] Tem a ver com o facto de ser mãe. Foi detetado um problema e vou ter de avançar para tratamento e não vou puder engravidar de forma natural. [A leitura do livro] talvez tenha originado uma grande mudança, porque na altura que o li, a maneira de ver as coisas mudou muito. E claro que a grande mudança também contribuiu para pequenas mudanças no dia-a-dia [...] a ser mais positiva, a ver as coisas com outros olhos, não ver as coisas tão negras. A forma de eu ver este problema era muito negativa e acabou por melhorar e passei a pensar que havia solução e que tenho é de me concentrar que as coisas vão correr bem. [...] Na altura até mandei logo mensagem para a página, porque acabei o livro e senti logo essa necessidade de partilhar com o autor, porque [a leitura do livro] calhou mesmo na altura certa”.

Catarina Vilaça de Sousa

“O impacto foi grande. Ao ler o livro... a certa altura [o autor] diz: quando uma coisa não dá certo clicamos no ‘Next’ e damos um salto para a próxima etapa da vida. E talvez seja esse o grande impacto do livro: quando uma coisa não corre muito bem, clicamos no botão ‘Next’ na nossa cabeça e pensamos que da próxima correrá melhor. No dia-a-dia às vezes ficamos pelo negativismo, pelo baixar a cabeça e no livro percebemos que há coisas piores [...]. Tive uma experiência na minha vida pessoal, enquanto casado, de uma notícia que recebemos, não muito boa, e podia ficar ali a ruminar a questão, mas foi logo aceitar e bola para a frente”.

Miguel Maurício

“Por vezes, a maioria das pessoas tem uma tendência natural para complicar e é o que este livro também refere muito. Temos de desligar o ‘complicómetro’ e ligar o ‘descomplicómetro’. O livro fez-me perceber que é preciso dar valor às pequenas coisas e compreender que temos de simplificar a vida e avançar, seguir para a frente e esta é realmente a grande mensagem que, para mim, o livro transmite. [O livro] foi a constatação de que há outras pessoas que analisam a vida quotidiana da mesma forma do que eu – a tal situação de descomplicar. Há certas situações como a que o Ricardo refere – o ‘Next’. Quando nos acontece algo que não correu como esperado é como o Ricardo refere: ‘Next’ e siga para a frente”.

Cristiano Gomes

“Há algumas coisas que eu já levava com sentido, mas no fundo [o livro] acaba por encorajar a ter uma atitude positiva e reforça essa ideia: não olhar só para os problemas, mas sim para as soluções. Todos temos problemas ... no fundo esta já era um filosofia que eu tinha, mas ajuda a reforçar a ideia de não me ir abaixo em determinadas situações e que tenho de as resolver. [...] A nível financeiro já tinha as coisas controladas, mas [o livro] também ajudou um bocadinho e reforça sempre a vontade em continuar. No meu caso, algum desse caminho eu já tinha percorrido e, no fundo, [o livro] foi mais um reforço nessa área. Algumas dificuldades financeiras que tive ao longo da vida foram resolvidas assim com situações parecidas com as do livro em que tive que tomar atitude, perder aquele ‘não à vontade’ de falar com as pessoas e de pedir ajuda. [O livro] ajuda a que controlemos mais as coisas, a ter mais consciência de que a vida é tão simples, que não vale a pena complicar. No fundo é a mensagem do livro: o mundo é muito simples, não vale a pena complicá-lo”.

Francisco Pereira

“Ao ler o livro foram surgindo várias ideias, porque aquele livro não se lê de uma vez só. E as luzes que eu fui tendo do livro foi que realmente se nós queremos atingir os objetivos temos de nos esforçar, porque as coisas não acontecem espontaneamente. Não é só a sorte que conta, conta também a nossa vontade, o empenho e tem que se ter objetivos traçados. Isto já era uma ideia que eu tinha anteriormente e o livro ajudou-me a reforçar essa ideia e é uma prova viva de que realmente as coisas são possíveis. [...] Algumas intenções que não passavam de intenções passaram a ser ações. Muitas vezes pensamos fazer algumas coisas, mas não fazemos porque ‘ah, não vale a pena!’ e ao ler o livro percebe-se que, ao fazer essas coisas que pensamos, os objetivos concretizam-se [...] o contacto com as pessoas, que às vezes evitamos no dia-a-dia... uma forma de conseguirmos os nossos objetivos é contactando as pessoas, procurando ajuda e soluções para os nossos problemas. [...] Tornei-me uma pessoa mais ativa e interventiva no dia-a-dia. [O livro] mudou a forma de eu encarar a vida e de encarar as pessoas”.

Joana Margarida Sousa